O paradesporto brasileiro vive um momento histórico de recordes quebrados e pódios conquistados. O país mostra ao mundo a força e o talento de seus atletas, que são verdadeiros exemplos de superação e potência.
Dos nomes que marcaram gerações aos que estão escrevendo novos capítulos, o Brasil se tornou sinônimo de protagonismo nas piscinas, nas pistas e nas quadras.
Confira os principais nomes que representam a força e o orgulho do esporte paralímpico brasileiro.
🏊♂️ Gabriel Araújo — o “Gabrielzinho” da natação

Aos 22 anos, Gabriel Araújo é um dos rostos mais conhecidos da nova geração paralímpica. Campeão mundial e dono de múltiplas medalhas, o mineiro da classe S2 se tornou símbolo de leveza e alegria nas piscinas.
Nascido com focomelia, uma condição congênita que causa o encurtamento dos membros, Gabriel aprendeu a transformar sua forma de nadar em potência. Seu estilo único, que lembra o movimento de um golfinho, lhe rendeu o apelido de “homem-foguete”.
Mais do que um multicampeão, “Gabrielzinho” representa o talento e a determinação que fazem do Brasil uma potência no paradesporto mundial.
👑 Carol Santiago – a rainha das águas

Carol Santiago é atleta da classe S12, voltada para competidores com deficiência visual. Ela acumula ouros e recordes mundiais, consolidando o Brasil como uma potência na natação paralímpica feminina.
Carol é inspiração dentro e fora das piscinas! Um exemplo de talento e constância no alto rendimento.
⚡️ Petrúcio Ferreira — o homem mais rápido do mundo

Petrúcio Ferreira é um dos maiores nomes do atletismo paralímpico. O paraibano compete na classe T47, voltada para atletas com comprometimento nos membros superiores.
Aos dois anos, Petrúcio perdeu parte do braço esquerdo em um acidente com uma máquina de moer capim. Hoje, Petrúcio é reconhecido mundialmente como um dos atletas mais velozes do planeta, dono de recordes e medalhas que colocam o Brasil no topo do paradesporto.
💪🏽 Beth Gomes — força que desafia o tempo

Elizabeth Gomes começou no esporte como jogadora de vôlei, em 1993, quando foi diagnosticada com esclerose múltipla. Depois de um período de adaptação, encontrou no basquete em cadeira de rodas, em Santos, uma nova forma de competir e se reconectar com o esporte.
Foi nesse mesmo ambiente que Beth descobriu o atletismo. Hoje, é recordista mundial no lançamento de disco, referência de longevidade e inspiração no paradesporto brasileiro.
⚡️ Yeltsin Jacques — referência nas pistas

Natural de Campo Grande (MS), Yeltsin Jacques nasceu com baixa visão e se tornou um dos maiores nomes do atletismo paralímpico brasileiro. Especialista nas provas de meio-fundo da classe T11, o sul-mato-grossense é bicampeão paralímpico e referência mundial pela força e ritmo nas pistas.
🥋 Ana Carolina Moura — o novo ouro do taekwondo paralímpico

Carol Moura nasceu com má-formação congênita no antebraço direito, mas sua relação com o taekwondo começou por um motivo muito além do esporte.
Depois de ser assaltada e perder um colar que tinha grande valor afetivo, presente dado por uma tia a todas as sobrinhas quando nasceram, ela decidiu procurar uma forma de autodefesa.
Ana encontrou no taekwondo uma forma de força e expressão.
Mais do que vitórias e recordes, o esporte paralímpico representa um movimento de visibilidade, inclusão e orgulho nacional. Cada conquista desses atletas ecoa como prova de que talento, dedicação e amor pelo que se faz estão acima de qualquer barreira.
Repórter: Laura Cavati/Cavati TV
Foto de Capa: Reprodução/Internet
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